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Wokesawa

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  O fenômeno do momento parece ser a discussão sobre se lacrou ou não lacrou da cinematografia Woke Hollywoodiana, que ficou em evidência com o filme Prey (2022), última sequência de Predador (1987). Discussões sobre se é ou não é são mais antigas que a cabeleira do Zezé, então é claro que tudo pode ser, não ser, ou nem ser, nem não ser. No caso de Prey, entretanto, está claro que ficou subentendido que só pode ser uma dessas três opções. Toda essa confusão é sinal claro de que a narrativa woke foi normalizada de tal forma na cultura que em breve personagens nos filmes estarão falando coisas como "The Future is Black Transfemale" e o pessoal vai achar que apontar lacração aí é paranoia, nada mais do que mimimi reverso motivado por racismo e transfobia. Prey é um filme interessante, daqueles capazes de surpreender indivíduos dispostos a assisti-lo despojados de qualquer expectativa, mas a verdade é que Naru, a protagonista, não é nenhuma Sarah Connor comanche, e a produção é c

Come e Paga

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  Dan Bilzerian convida mulheres para comer em seu iate com frequência. Isso é um problema, pois há uma regra de etiqueta criada pelas próprias meninas que diz que as pessoas devem ser ressarcidas pelos gastos que tiveram para comparecer a encontros.  O iate com heliporto de Bilzerian está avaliado em U$ 80 milhões, então apenas uma noite de depreciação dessa faraônica estrutura é uma pequena fortuna. Temos também somas expressivas gastas em combustível tanto da embarcação quanto do helicóptero, salários do piloto e da tripulação, sem falar nos valores obscenos que Dan vai despender com comida e bebida de alto padrão para servir às convidadas.  Por certo maquiagem, roupa, perfume, sapato, bolsa, depilação, cabeleireiro, lingerie, anticoncepcional, camisinha saborizada, gel lubrificante, algemas, chicotinho e cintaralho custam muito dinheiro, mas se passarmos a régua e fizermos o encontro de contas entre o que cada um gastou, as meninas vão ter que deixar um rim e uma córnea no iate par

Beewsca

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  Não tenho nada contra beewscateiras, especialmente as que aparecem na minha página em desespero para sair do armário. Como sempre digo, cada um nessa vida se defende como pode, então se a criatura acha que tem chance de subir na vida deslizando a xereca no corrimão da esperança, eu dou minha bênção, porque meu dinheiro não leva de jeito nenhum. Beewscateira eu cruzei com certeza no mínimo com uma no passado, por sorte na época em que eu ainda não era bonito. Ela deu umas lambidas, umas usadas, analisou clinicamente o quadro, verificou que eu não tinha a quantidade de beleza que ela estava buscando e me abandonou. O nome técnico que usam hoje é ghosting, mas naquele tempo não havia essas nomenclaturas modernosas afrescoolradas, então foi pé na bunda mesmo. Doeu, mas foi bom. Na realidade foi muito bom, talvez ótimo. Ok, foi fantástico, pelo menos até a parte do pé na bunda. Minha sorte é que só consegui ficar bonito depois de criar juízo, pois se a beleza tivesse vindo antes eu certam

Quem nunca?

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Lembro aos desatentos e alerto aos desmemoriados de que a discussão sobre quem paga a conta em jantares românticos é translindofóbica e heterossexista. É o que podemos observar na matéria¹ da jornalista translinda Jéssica Balbino para o jornal Estado de Minas. Translinda, para os que ainda não sabem, é a mulher que se declara do gênero linda, mas como beleza é uma construção social, sua beleza é socialmente construída por dentro, pois por fora está biologicamente em desconformidade com os padrões de beleza opressores do heteropatriarcado barangofóbico. Translindas até se esforçam para fazer a transição. Compram uma roupa legal, capricham na maquiagem, vão para a academia, mas não adianta, porque na academia só tem dois tipos de mulher: a que não precisa e a que não adianta.  A matéria de Balbino confirma o que já é largamente sabido: incels femininas, as femcels, são um não fenômeno. Transar é coisa que qualquer mulher disposta a baixar seu padrão consegue, já que para elas é mais fáci

Sith Surtada

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  Caso um dia você acorde se sentindo muito, mas muito otário, lembre-se de que as Bruninhas que estão surtando porque Caio Castro disse que não tem obrigação¹ de pagar para deixar mulher feliz são as mesmas que surtaram quando Bon Jovi disse à Bruna Lombardi que gastaria uma grana para deixá-la feliz. Como é trivial constatar, o assunto grana continua sendo o teste da fralda cocô definitivo, the Ultimate Shit Pampers Challenge. É só falar em dinheiro que todas as Bruninhas colocam a mão na bunda suja e começam a andar pra trás emitindo bordões cagados e manjados como "não preciso de dinheiro de homem algum", "sou uma mulher independente", "pagar o restaurante não é ser bancada", etc. Não falha uma, nem uminha sequer. Pode testar, amiguinhe Essa do pagar restaurante não é ser bancada é jeguial. O sujeito faz roleta russa torrando 700 reáu no escuro para bancar um sushi com vinho no capricho para impressionar, sem absolutamente nenhuma garantia de que vai r

Barbie Woke

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  O funcionamento do cérebro sob efeito de psicotóchicos alucinérgicos e o sob efeito de ideologia Woke é bastante similar. No Twitter, por exemplo, vários usuários intoxicados com elevadas doses de justiceirismo social histérico¹ estão alucinando desigualdade de gênero no filme Barbie porque Margot Robbie e Ryan Gosling vão receber salário igual. A fonte das alucinações parece estar no fato de que Gosling (Ken) é coadjuvante, enquanto Robbie (Barbie) é a protagonista. Como eles não fazem a mesma coisa, é injusto que o salário seja igual. Supondo que esse fosse um filme em que Ryan é o protagonista e Margot a coadjuvante, ninguém no Twitter alucinaria coisa alguma, já que se os dois fazem a mesma coisa - atuar - é mais do que justo que ganhem salário igual.  Uma das peculiaridades dos delírios Woke é alucinar somente o que interessa quando for conveniente, então para evitar enxergar gnomos e duendes por toda parte, é útil lembrar que a regra de que salário de protagonista é maior que o

Búgui na Matrix

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  Amiguinhes, acredito ter encontrado um búgui na Matrix. Por eras, a entrevista de Jon Bon Jovi com Bruna Lombardi tem viralizado como evento em que ele "assedia" a entrevistadora, oferecendo-se para gastar uma grana para deixá-la feliz. Confesso que sempre achei que o cantor estava de fato atirando pedra, e há inclusive uma entrevista¹ de Bruna com Porchat onde os dois repetem o entendimento de que ele estava dando em cima dela, o que confirma que não estou alucinando sozinho. Ocorre que essa memética história não passa de efeitos especiais padrão Intercept Light & Magic de fraudulência. O que o cantor na realidade disse²  é "I'd have to spend a lot of money to make a girl like you happy", cuja tradução correta é "eu teria que gastar um monte de dinheiro para fazer uma garota como você feliz". A legenda foi adulterada para "eu gastaria uma grana para te deixar feliz", alterando totalmente a compreensão do diálogo. Uma vez que a tradução

Professor Centavos

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  Com frequência observo que as pessoas exibem uma resistente desconfiança com resultados de estudos que fornecem evidências de que homens são sexistas. Entendo o comportamento como inadequado, pois quando desconfiamos que algo pode ser fraude, o que estamos na realidade fazendo é aceitar que existe uma chance, ainda que remota, de que não seja. Isso é mais inadequado ainda, pois a probabilidade de pesquisas desse tipo não serem fraude varia de nula a não existente, especialmente para as replicadas em matérias virais alavancadas por manchetes salafrárias. É o caso na matéria¹ clickbait do The Guardian que afirma que a probabilidade de mulheres irem a óbito no pós-operatório é 32% mais alta se forem atendidas por cirurgião homem. A empulhação já começa na manchete, que exibe número relativo cuja função é causar o impacto emocional necessário para fazer você de otário. Conforme dados produzidos² pelo estudo citado, por exemplo, a taxa de mortalidade feminina para cirurgia cardiotoráxica

Brainless

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  [ALERTA DE GATILHO] Emilia Clarke sofreu acidente vascular cerebral¹ enquanto filmava GoT. Conforme revelou a atriz, embora uma parte do seu cérebro não possa mais ser utilizada, ela surpreendentemente não sofreu nenhuma consequência. O notável episódio nos ajuda a entender por que Clarke está cotada² para substituir a feminista Amber Heard no papel de Mera, em Aquaman. Não é preciso usar o cérebro para ser feminista, então uma das vantagens de aderir à ideologia é que, em caso de comprometimento de parte, ou mesmo toda a massa encefálica, é possível prosseguir a vida normalmente como se absolutamente nada tivesse acontecido. Basta seguir o manual da patrulha repetindo alguns memes e instruções básicas para parecer articulada em qualquer situação sem necessidade de usar os neurônios. O truque pôde ser observado na entrevista³ em que Emilia informou que a expressão protagonista mulher forte usada para referir-se a protagonistas femininos é sexismo. Afinal, conforme observa Clarke, o u

Padrão Amber X Depp

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  Revoltante o caso do anestesista preso em flagrante¹ por estupro de parturiente, então é compreensível que integrantes do movimento mulherista estejam bastante confusas. O evento é sui gêneris por diversas razões, em especial por tratar-se de um caso de estupro de fato, não daquilo que feministas pretendem redefinir como estupro, adulterando o conceito de violência sexual para que signifique qualquer coisa que possa ser usada para condenar um homem sem chance de defesa, com processo legal amparado por nada além da palavra da acusadora. Conforme estabelecido por dogma ideológico feminista, vivemos em uma sociedade patriarcal misógina que persegue mulheres, onde homens e as instituições são coniventes com a violência sexual perpetrada contra elas, e agem de forma coordenada para garantir a impunidade de homens abusadores. É um mistério, portanto, por que o anestesista não foi capaz de lançar mão de seu privilégio masculino patriarcal garantidor de impunidade, assim como enigmático os m