Shelley e o Monstro
O periódico The Sun está zoando snowflakes¹ por concluírem deslumbrados que o monstro de Frankeinstein, embora um assassino, era na realidade uma vítima incompreendida com sentimentos. Receber o apelido de geração floquinhos é ser vítima de bullying, mas o bullying é merecido, já que não só são compreendidos, como não têm sentimentos, têm neuroses esquizofrênicas. As únicas coisas das quais são vítimas é de amnésia histérica, digo, histórica, e padrão asno falante de raciocínio, capacidades que empregam para pagar mico e sinalizar virtude, coisa que fazem com frequência. Ora, ninguém nunca achou que o monstro de Frankenstein não fosse uma vítima. Nesse romance de terror de 1818, ele é rejeitado por seu criador, Victor Frankenstein. Só o que o monstro queria era ser amado, ter uma família, mas a sociedade o temia por sua monstruosa feiúra. Pobre monstro, era um incel. Em desespero com a dor da rejeição, torna-se violento, mas no fim decide isolar-se do mundo no Pólo Norte. V...