Órgãos Fiscalizadores


 
Zoar fiscal é comigo, mas há momentos em que surge a necessidade de falar sobre assuntos sérios, então precisamos falar sobre as fiscais de bruscheta, uma praga que está se multiplicando rapidamente na sociedade. Uma tal de Gio anda tuitando por aí que trata sexualidade dos outros com tanta naturalidade, que se o filho chamá-la para para contar que é gay, ela vai perguntar pelo Keko: o Keko eu tenho a ver com ílson, Juvenílson?

Quando uma piriguete usa o codinome Gio, já sabemos que essa Gio é Vana. Está na cara que essa Vana é feminista, e das fiscais de bruscheta. Como é feminista, é grossa, e faz pouco caso de um momento sensível da vida do próprio filho só porque ele é homem. Tadinho do pirralho. Toma coragem para revelar à mãe que torce para o outro time, era uma coisa relevante e importante para ele, mas como a mãe era feminista, nem deu bola.

Feminista dizendo que trata sexualidade dos outros com naturalidade já sabemos do que se trata: tá de mintzirinha. Se o pirralho fosse hetero e decidisse confessar para a mãe que toca bruscheta vendo vídeos de sacanagem, ia cair a casa. Videos de sacanagem é objetificação e exploração do corpo feminino, e depois, que papo é esse de bruscheta?. Bruscheteiro na minha casa não vou tolerar, pois não existe isso de boys will be boys. Isso é doença. Vou internar esse pirralho em um curso de desconstrução de boys para curar essa masculinidade tóxica, e já aproveitamos para tratar da frágil.

Revoltada e decepcionada com o filho, a fiscal de bruscheta vai então para a Internet fiscalizar a bruscheta de outros pirralhos e dizer que homem nem deveria estar tocando bruscheta. Em caso de muita necessidade, a bruscheta tem que ser tocada segundo as especificações e normas técnicas da Órgão Fiscalizador - ELA - para não atrapalhar o prazer das mulheres no sexo. Essas fiscais de bruscheta são sadismo puro. Elas não dão nem bom dzia para bruscheteiro, dão somente para homens que não tem tempo de tocar bruscheta, pois estão ocupados demais molhando o biscoito. 

Não tem biscoito no molho para bruscheteiro, não tem kétchy, e na hora do desespero elas não te dão nem uma mãozinha amiga, mas vão estar lá arfando no seu cangote e fiscalizando sua bruscheta: não pode! Just say no to bruscheta! Essas fiscais de bruscheta são evil, gêintchy. Fiscalizam só pelo prazer de fiscalizar.

Depois de ter orgasmos múltiplos fiscalizatórios, elas vão para a balada, e o que elas encontram lá? Um monte de beelsha dançando agarradinho e se beijando. Se fosse selinho ainda vai, mas é de língua com mão no popô. De língua é o Apocalypso, onde isso vai parar? Daqui a pouco não vai sobrar nem um veeril espádua sequer para quebrar o galho delas, e até as beelshas vão se esmilinguir, pois se não há veeril espáduas elas vão entrar em exteenção por falta de rotatividade. Pelo amor de Frida, alguém a cuda eu! Eu também tenho cool, oukêy? Não consigo entender essa fixação por cool peludo. Não mereço um fim opressor desses: alisando gatos, sentada em um vibrador e fiscalizando bruscheta de macho encosto na Internet. 

Como podemos ver, esse papo de feminista que não precisa de roowla pra nada e não fiscaliza a sexualidade dos outros é fake news. É tudo fiscal de bruscheta. Ãein, geintchí... eu me divirto muito com essas fiscais de bruscheta, mas vamos falar de um assunto sério agora, pois é possível que um filho seu tenha que dizer a você que torce para o outro time, e você precisa saber como reagir na hora. Tenho um caso desses na família, que ocorreu com a minha irmã. Ela contou à minha mãe que torcia pro outro time, então minha mãe marcou uma reunião em família para que ela contasse ao meu pai e a todos em sessão solene a grave e importante notícia.

Quando ela disse que torcia para o outro time meu pai reagiu bem, disse que não havia problema, pois iria sempre amá-la e apoiá-la. Aí nós nos abraçamos e choramos todos juntos, pois meu pai era colorado fanático, e a minha irmã ia ser a única gremista da famíla. Gêintchy, aquilo foi lindo, lindo, mas tão lindo que eu só não esganei essa gremistinha filha da p00lt@ porque sabia que minha mãe não é p00lt@, e sabia que era tudo culpa do meu tio, aquele gremista safado pilantra feelio da p00lt@. Nessa hora a gente vê o quanto é importante dar aula de futebol o mais cedo possível para as meninas na escolinha, evitando que sejam vítimas desses predadores. 

Minha irmã não sabia nem o que era cor de time, mas meu tio salafrário levava ela pela mãozinha no estádio do Grêmio ver o jogo, explicava as regras do futebol, comprava cachorro quente, pastel, Coca e chocolate pra ela. Depois levava na salinha dos diretores do Grêmio, e quando aqueles velhos tarados viram a minha irmã sem camisa, sabe o que fizeram? Deram uma camisa oficial do Grêmio autografada pelo Renato Gaúcho para ela, bottom do Grêmio, boné do Grêmio, adesivo do Grêmio, chaveirinho do Grêmio, até caixa com pirulitos do Grêmio ela ganhou. 

Para encurtar a história, no final dessa lavagem cerebral toda meu tio sacana conseguiu convencer minha irmã que essa ideia pervertida de torcer pro outro time foi dela. É um demônio. Só não denuncio esse capeta por abuso de menores na Delegacia da Mulher pois ele já morreu, e não havia Delegacia da Mulher na época.

Esses tios tarados são um perigo. Tem uns que ficam na Internet acossando menininhos frágeis e carentes, empurrando umas pilulinhha azul mofada pintada de vermelho para iludir os pirralhos, fazendo com que eles afundem ainda mais na Matrix enquanto pensam que estão saindo da Matrix. É blue essa red pill aí, mano, mas ninguém me ovo, então não há o que fazer. Esse assunto é meio chato, nem queria falar nisso, então deixa assim. Vamos ficar por aqui, pois já está de bom tamanho. 

O importante mesmo nessa hora cryptica e apocalíptica em que nos encontramos é defender a bruscheta com todos os dedos do corpo. Haja o que hajar, se você está com a bruscheta em dia, você não está no atraso, então está zuzu zen, e você pode mandar as fiscais de bruscheta fiscalizar a sewririka das tias pewloodas delas, aquelas sewririkentas encalhadas em fim de cowrrera que passam falando mal de pinto, mas são todas coladoras de vélcron e têm sentarálio em casa. Pode isso, produção? Enfia no cool esse sentarálio e geme. E não se preocupe, pois não vou fiscalizar, tá? 

Cool: cada um fiscaliza o seu.

Postagens mais visitadas deste blog

O Fardo da Mulher Extrovertida

Calabresa Fagundes

A Casada e o Shortinho

Iara Dupont

O Mundo de Cinderela