A Esquerdomina e o Hetero Top

 

Giovana Fagundes é a esquerdomina clássica. Como é o caso com toda a esquerdomina, o hetero top é o único ser do sexo masculino que existe no seu universo, pois esse é o único homem com o qual cogita ter qualquer contato sexual. Criaturas não elegíveis para frequentar sua cama são seres invisíveis. Esses não são passíveis de consideração em nenhum de seus raciocínios sobre gênero, pois são inservíveis para sexo. Um homem hetero inservível para sexo não tem utilidade para uma esquerdomina, portanto é um hetero inútil. Caso alguma dessas inutilidades sexuais expressem o desejo de ter alguma utilidade sexual perto dela, a esquerdomina já tem um rótulo para esse tipo de comportamento: assédio.

Fagundes é tão obcecada com heteros top que fez um video onde define um esquerdomacho como um hetero top que se traveste de feministo e progressista. Evidente que esse indivíduo está agindo de má fé, já que sabemos que todo hetero top, assim como todo homem inútil, é conservador e não pode ser feminista pois não é mulher. Qual seria então a diferença relevante entre um hetero top e um hetero inútil para esquerdomina em termos ideológicos? Simples. Enquanto um é malhado, bonito, tem grana, carrão e pinto gostoso, o outro não serve nem pra sexo. Sexo para a esquerdomina é uma atividade político-chumbregológica, razão pela qual só dá para pintudões com grana. É a maneira que ela tem de foder com o sistema que a oprime.

Como toda esquerdomina clássica, Fagundes abomina a objetificação sexual machista do patriarcado opressor, o que obviamente não a impede de tentar vender ingressos para seus shows com cocos, melões, melancias e o que mais tiver à sua disposição que o Zuck a autorize mostrar em seu feed para atiçar o tesão da macharada. Alguns vão achar que isso é objetificação pois não entendem de Feminismo, então tem que explicar: se um homem estivesse pagando para que ela se exiba para vários homens, seria objetificação, mas como ela ganha dinheiro de diversas fontes se exibindo para eles, aí não conta como objetificação. Como podemos ver, a diferença entre objetificação da mulher e empoleiramento feminino é que na objetificação a mulher se objetifica por grana, mas no empoleiramento ganha grana para se objetificar. A diferença é brutal, quase tão grande quanto da água para o H2O.

Esquerdominas são insanamente seletivas, e irão classificar cerca de 99,9% dos homens na categoria hetero inútil. Como era de se esperar, elas têm sérios problemas com a seletividade do hetero top, um indivíduo em condições de atingir a marca de pra esse eu dou fácil de 100% das mulheres, talvez mais. Um indivíduo com esse tamanho de tico não vai se impressionar com a Giovana. Pra o hetero top, Fagundes é só uma guloseima, daquelas que você compra em pacotes sortidos na padaria. Vem umas vinte, você come as três mais gostosas e o resto joga fora. 

Ser só uma guloseima causa um curto-circuito no já curto e curto-circuitado cérebro de Fagundes, plenamente convencida de que os homens nasceram para idolatrá-la, adorá-la e venerá-la.  Eles até fazem isso, mas como quem faz isso é o grupo dos 99,9%, os hetero inúteis, então isso é inútil para ela. A única utilidade do hetero inútil é ter autorização dela para lhe dar dinheiro, likes e favores em troca do privilégio de poder babar seu ovo. Mas a vida é muito bôua, né gêintch?

Esquerdomina Fagundes esquerdominando os esquerdomachos:

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