Estupro Culposo


Himens no passado já foram cobiçados, mas como hoje não valem muito mais do que uma camisinha furada, só o que resta a fazer com lacres é deslacrá-los para tentar lacrar no Instagram posando de oprimida das galáxias, mais uma vítima ingênua e inocente do patriarcado desvirginador. É fake news a conversa de que Mariana Ferrer estava entorpecida¹. O exame alcoolêmico, toxicolêmico e antibiscateriolêmico realizado deu tá me enrolando, e há um vídeo da Miss Pinóquio saindo bela e formosa da cena do biscate minutos após a alegada treta. 

A biscateirinha ainda tomou o cuidado de despachar várias mensagens por WhatsApp onde corrigia o próprio português, fazendo prova de que não estava mentalmente desorientada, além de ser jumenta o suficiente para dirigir-se a uma segunda casa noturna após o fato, sem nem mesmo pedir ajuda ao segurança pelo qual passou ou ao caixa no qual pagou sua comanda naquele traumático e desorientadíssimo momento. Mulher burra aprontando arte sempre se dá mal.

Enfim, o que temos aqui é uma Nájila virgem, uma víbora com grau de peçonha bem mais elevado, já que a tática de Nájila foi tentar distorcer a natureza dos fatos, enquanto sua versão imaculada descaradamente contou várias mentiras de donzela do piu-piu oco em juízo. A única verdade no seu depoimento é que ocorreu o deslacramento recente em razão de comprovada chumbregância com o pato que ela decidiu depenar para lacrar no Instagram com seu conto da deslacragem forçada. 

Algo que a biscateira nacional não entende é que ela precisa se informar melhor, já que a acessoria jurídica fornecida pelo Todas Fridas é mais desorientada do que feminista chapada e cheirada depois do segundo litro de Drurys. Tanto nos EUA quanto aqui, quem acusa de estupro está protegida por sigilo processual. Sendo assim, no instante em que você abdica desse salutar direito para brilhar no Instagram, você deu um tiro no próprio pé. Não é razoável nem crível acreditar que alguém que foi vítima de violência sexual e está tendo dificuldade até mesmo para se comunicar em sigilo com as autoridades vá ter condições ou desejo de relatar com precisos detalhes seu traumático e dramático drama nas redes. O juiz teve inclusive a decência de mandar suspender a conta da menina no Instagram, já que não só estava prejudicando o réu como a si ao expelir um oceano de evidências públicas que podem e irão ser usadas contra ela em um possível processo de denunciação caluniosa e danos morais. Uma verdadeira metralhadora giratória de titica suplicando por juristerrupting.

Outra coisa que as metoo brazucas não entendem é que o Brasil não é os EUA. Ao contrário dos juizes gringos, que são mais vulneráveis à lacração pública, por aqui todos têm o fifi blindado com liga de Kevlar e Adamantium vitalícia que só pode ser arrombada por uma nova constituinte. You have no powers here, sorceress. Pode instagramar sua deslacrada à vontade no Instagram, pois a única coisa que você vai conseguir com isso é engrossar a jaca na qual você vai sentar. Nenhum juiz daqui vai se sentir tentado a ignorar certos detalhes comprometedores apenas para satisfazer a insanidade da mídia e dos linchadores digitais. 

Ao contrário do divulgado nos canais empoleirados, o réu não foi inocentado com fundamento em estupro culposo. Mariana Ferrer foi cruelmente destroçada pelo advogado de defesa, Najila style, que apresentou fotos sensuais de precisão ginecológica² da casta e pura donzela feitas antes do crime. Essa é das virgens sapecas de antigamente. Lacradinha e intacta, mas com rastro de pica por tudo naquele corpinho inocente. Em desespero com a surra que estava tomando, o promotor inventou a pérola do estupro culposo para jogar a toalha com dignidade. Estupro foi, mas como é de um tipo não previsto na legislação, ele estava de mãos atadas e não conseguiu promover justiça. Aqui o juiz, que reconheceu a inexistência do fantasioso tipo penal, comeu mosca. Se sou eu com o martelo o promotor já levava uma invertida nazoreia pra aprender a não me fazer de otário. Ninguém vai fazer controle de danos com juridiquês farsante em um caso famoso enquanto eu estiver com a caneta na mão. Vou deixar sua pilantragem registrada para a posteridade na sentença.

Biscateiras virgens são cobrinhas, e há certos profissionais do direito que são cascavéis, mas há uma espécie de cobra criada muito mais criada que essas, que são as queridas feministas. Não só estão espalhando o fake news de que estupro culposo foi argumento da defesa, como convenientemente escondem que são feministas as que defendem com fervor o pavoroso e imaginário crime do estupro culposo.  Recentemente, todas as Fridas em uníssono gritaram estupro no caso Juliana Lohmann, que foi estuprada acidentalmente por um direitor. A atriz fantasiou que seria retaliada caso não fornecesse a perseguida, e deu sem querer ter dado. Como o diretor não tinha intenção de coagi-la, acabou violentando a menina por descuido. Não houve intenção, portanto não há que se falar em dolo. O que temos é o empoleirado instituto feminista do estupro culposo, que ocorre quando o macho tóxico entrou com tudo, mas sem intenção de arrombar.

Feminismo é como Física Quântica. Se você acha que entendeu o quanto feministas são pilantras, você não entendeu o quanto feministas são pilantras. Escreva aí: nenhuma Frida vai se retratar desse monumental ato falho, pois é missão sagrada para feministas passar pano para falsas acusadoras. O que nos resta é aprender a detectar os sinais de bacalhau vencido. Está preocupada com o cabaço após sofrer violência sexual ou está apreensiva com uma possível gravidez após ter transado sem camisinha com um jogador de futebol podre de rico? Pode bater o martelo sem medo de ser machista: mais fake que orgasmo de profissional do séquisso.




CORREÇÃO: A promotoria não abandonou o caso com base na argumentação de estupro culposo conforme mencionado no texto. Estupro culposo foi uma expressão inventada pelo The Intercept, conforme o próprio The Intercept afirma em nota no rodapé da sua matéria.

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